terça-feira, 31 de maio de 2016

VIDEOS ENGRAÇADOS 2016 OS MELHORES DO WHATSAPP PARA MORRER DE RIR

segunda-feira, 30 de maio de 2016

VAZOU O VIDEO DA MENINA QUE FOI ESTUPRADA POR 33 HOMENS +18

sábado, 21 de maio de 2016

Ana Hickmann sofre atentado e escapa da morte 

Um homem tentou atirar na apresentadora,Ana Hickmann, dentro de um hotel em Belo Horizonte.

O criminoso entrou em uma luta corporal com o esposo da apresentadora, Alexandre, e em seguida foi morto pelo cunhado de Ana. A cunhada de Ana que também é sua assessora, foi atingida pelo atirador.

O criminoso estaria hospedado no hotel a dois dias, já planejando assassinar a apresentadora Ana Hickmann

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Conheça App Allo Google

Google cria concorrente do WhatsApp com recursos exclusivos

O Google apresentou nesta quarta-feira (18) um potencial rival para o WhatsApp, o aplicativo de mensagens Allo, além de novidades para usuários do sistema operacional Android, um alto-falante "inteligente" e um projeto de realidade virtual.

O Allo, que será lançado até setembro, usa o número do celular para identificar usuários (à la WhatsApp, usado por 1 bilhão de pessoas) e tem como o maior diferencial um assistente virtual embutido, o Google Now. Ele sugere possíveis respostas a fim de fazer com que as pessoas tenham de digitar menos, algo presente no app de e-mail Inbox, alternativa ao Gmail criada para celulares.

É possível "conversar" com a máquina, de maneira semelhante ao que acontece com outros assistentes virtuais (Siri, da Apple; Cortana, da Microsoft), usando texto.

Também dá para chamar o Google Now para participar de um bate-papo com outra pessoa. O assistente é acionado quando da menção de algo em que pode ajudar, como "ir ao cinema" -o Google faz, então, uma busca e dá sugestões, além de poder dar continuidade a possíveis ações, também no chat ("comprar dois ingressos para 'Capitão América'", por exemplo).

O Android N, nova versão do sistema operacional do Google, o mais usado no mundo, é esperado para setembro.

A ferramenta terá notificações mais sofisticadas, que mostrarão mais informações e permitirão ao usuário tomar ações -como responder a uma mensagem- sem ter de abrir o app correspondente (basta deslizar a notificação para expandi-la e expor uma caixa de texto).

A futura versão, que ganhará um nome sugerido por usuários, suportará o uso de mais de um app de cada vez, em janelas (algo que já é possível em versões modificadas do Android pela LG e pela Samsung). Segundo o Google, haverá melhorias em segurança (com a expansão do que é criptografado no software) e em vida de bateria.

Outra novidade do futuro Android anunciada na conferência anual da empresa para desenvolvedores é a atualização em plano de fundo, o que tornará os "upgrades" invisíveis ao usuário.

A proporção de usuários que estão "em dia" com o sistema é um problema para a empresa -só 7,5% estão na última versão, ante 84% dos donos de iPhone com o aparelho atualizado.

Aparelho obediente 

Em outro esforço em inteligência artificial, a empresa anunciou o Home, um alto-falante sem fio e sem botões que é uma espécie de versão física do assistente Now -além de contrapartida ao Echo, lançado pela Amazon em 2014.

Além de respostas a perguntas, como faz a ferramenta de busca tradicional (em PCs), o serviço é capaz de tomar ações, como enviar mensagens, realizar pedido ou iniciar uma ligação.

Em realidade virtual, a gigante tecnológica apresentou a iniciativa Daydream, cuja proposta é usar smartphones com Android para exibir conteúdo tridimensional e "imersivo" com a ajuda de um suporte equipado com lentes.

A empresa faz algo semelhante no Cardboard, óculos que podem ser feitos de papelão a partir de um kit. A Samsung faz o mesmo com o seu Gear VR (que no Brasil custa R$ 799).

Para o Daydream, o Google tem entre seus parceiros de conteúdo HBO, Imax e CNN, além dos estúdios de game Electronic Arts e Ubisoft. Para a fabricação de aparelhos, LG, Samsung e Xiaomi.

Por fim, para dar aos usuários uma maneira de tornar menos frequentes os ruídos de comunicação, o Allo tem uma barra lateral que permite aumentar ou diminuir o tamanho do texto rapidamente como mostra este gif.

Duo

Além do Allo, o Google anunciou o app chamado Duo. Ele é voltado para videochamadas via internet entre duas pessoas. O Duo aposta em uma interface simples e o Google acredita que, com ele, os usuários irão redescobrir a mágica das videochamadas. O app também chega até setembro deste ano, para Android e iOS.

Confira o vídeo de divulgação do Duo a seguir.

  

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Ticiane Pinheiro derruba o cenário do “Hoje em Dia”; confira o vídeo!

Ticiane Pinheiro (Foto: Divulgação)
Ticiane Pinheiro (Foto: Divulgação)
A espontaneidade da apresentadora Ticiane Pinheiro continua sendo o seu grande forte. Ela, que comanda o programa “Hoje em Dia” desde que deixou o “Programa da Tarde”, no segundo semestre do ano passado, ainda dá o que falar.
Na manhã desta quarta-feira (18), a loira surpreendeu ao derrubar o cenário do seu programa na Record. Ela estava dançando com Renata Alves, sua companheira, em uma espécie de game, quando se empolgou e deixou o microfone sair voando.
Ele caiu no chão, mas ela não perdeu o rebolado e continuou dançando. Foi aí que Renata resolveu passar por baixo de suas pernas e ela perdeu o equilíbrio, caindo de pernas pro ar no chão. O cenário, então, não resistiu e caiu para trás.
Ninguém se machucou, felizmente, e todos caíram na gargalhada. O vídeo você confere logo abaixo. Vale lembrar que, no antigo “Programa da Tarde”, Ticiane ganhou grande repercussão, quando deixou no chão e resolveu dançar o “Quadradinho de Oito”.


Fonte: http://otvfoco.com.br/ticiane-pinheiro-derruba-o-cenario-do-hoje-em-dia-confira-o-video/#ixzz492STZb8a

Homens mandando Nudes

18+ Homens Pelados em São Francisco

Vaza imagem de Ryan Reynolds exibindo o PAU durante luta

Tô falando! As pessoas são obcecadas por famosos pelados, como os que temos aqui no Superpride. Pra você ter uma ideia, a galera usou uma lupa altamente tecnológica para encontrar o pênis de Ryan Reynolds no filme “Deadpool” da Marvel.
O belo ator colocou suas habilidades de artes marciais e seu auto-proclamado “pênis perfeito” à mostra durante uma cena de luta em que aparece completamente pelado. Quem viu no cinema levou um susto, mas o bafo foi tão rápido que se você piscasse, correria o risco de não ver porra nenhuma.
Felizmente, fãs dedicados compraram a versão de “Deadpool” em Blu- Ray e eternizaram a cena no modo repeat forever que só um gif safado consegue fazer. Tá preparado?
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RYAN REYNOLDS DEADPOOL NUDE

Cinco dicas pra arrasar na PUNHETA masculina

ns, chegou a hora de vocês descobrirem as mágicas na hora de se masturbar! Quem disse que o ato é só mais um dos jeitos de obter prazer e gozar? Com as nossas dicas você vai estimular melhor seu órgão sexual e conhecer mais sobre ele.

Preparado pra se masturbar como um expert? Vem saber como:
Vem turbinar esse momento só seu!
Vem turbinar esse momento só seu!
Foto: Reprodução / ObaOba
O movimento
Foto: ObaOba
Sabe-se que tudo que o homem mais quer em um momento de masturbação é gozar, claro que o prazer durante o ato é um plus, mas o que importa é a satisfação final. Caso você queira experimentar uma ejaculação muito mais forte, aqui vai uma dica: tente alternar o movimento de rápido a devagar por algumas vezes, lá pela quarta vez não precisa mais se segurar, apenas aproveitar o orgasmo que será muito mais intenso. ;)
E as bolas?
Foto: ObaOba
Do mesmo jeito que o pênis merece atenção, os testículos não deveriam ficar em segundo plano, ou pior, serem esquecidos. Vá experimentando movimentos que estimulem da maneira certa as terminações nervosas das suas bolas. Já foi comprovado que é possível obter muito prazer por meio delas!
Lubrificando
O lubrificante tem o poder de transformar sua mão em "quase uma vagina". É isso mesmo, ao tornar o movimento mais escorregadio, o líquido ajuda na hora de explorar o deslize perfeito e, assim, a sensação é muito similar à da penetração.
Uma mão lava a outra
Foto: ObaOba
E agora uma dica de ouro: saia dessa que só uma mão foi feita pra se masturbar. Sabemos que sempre tem aquela que manda melhor que a outra, mas com um pouco de treinamento... Ah rapaz, o negócio fica bom! rs. Se o controle não é tão bom, não tem problema, tente aproveitar a outra mão para estimular outras partes do seu orgão sexual.
Sem preconceitos
Foto: ObaOba
Brinquedos eróticos não foram feitos apenas para mulheres e gays, os homens héteros também podem se divertir com eles, inclusive na hora de se masturbar. Algumas sugestões são: o masturbador CyberSkin Vulcan, Tenga Egg, Fleshlight, lubrificantes e bonecos eróticos!

Mãe lê mensagem que estimulou filho a cometer suicídio

suicídio garoto Amy Briggs
Amy Briggs, mãe do garoto Daniel (reprodução)
Amy Briggs, mãe do garoto Daniel, faz um comovente relato de como o bullying matou o próprio filho, aos 16 anos. O garoto amável de La Farge, em Nova Iorque, que cuidava do vizinho com câncer e gostava de caçar, deu um tiro na própria cabeça após receber um SMS de um menino da escola induzindo a vítima a tirar a própria vida.
Segundo Amy, o filho sofreu durante nove anos e não se adaptava na escola.
“Ele não gostava de esportes, gostava de caçar, o que não era algo muito comum entre as crianças na idade dele. Ele tinha dificuldade em achar pessoas que tivessem interesses em comum com ele e isso fez dele um alvo a maior parte do tempo. Começou com palavras, ele era chamado de nomes horríveis. Depois, progrediu para pessoas jogando lixo nele. Daniel levava socos no estômago, era obrigado a lamber a janela do ônibus, era atacado por trás ao entrar no ônibus, era ridicularizado pelas músicas que ouvia. Tudo possível. Eles procuravam qualquer coisinha apenas para fazer a vida dele extremamente infeliz”, afirmou.
A mãe do adolescente explicou que foi um SMS que fez com que Daniel tivesse a coragem de tirar a própria vida.
“Um dos garotos com quem Daniel tinha muitos problemas mandou uma mensagem para ele – eu mesma vi a mensagem.”
Segundo Amy, o SMS dizia: “Porque você não pega uma das suas preciosas armas e faz um favor para o mundo e se mata?” Ele respondeu para aquele mesmo garoto: “Você não precisa mais se preocupar comigo, eu vou para casa e vou me matar”. E o garoto respondeu: “Vai logo ou cala a boca”.
No mesmo dia, o menino falou para algumas pessoas na escola e na rua que iria para casa e se mataria. Segundo relato da mãe, a única pessoa que ele sabia que faria algo foi a última pessoa a quem ele enviou uma mensagem. E a última pessoa para quem ele ligou: seu colega de caça Matt.

Tentativa de socorro

Ele sabia que o Matt tentaria ligar para a família. E ele disse: “Por favor, não ligue para a minha mãe, ela tentará me levar para o hospital”. Ele tentava manter Daniel ao telefone e mandava mensagens para a irmã dele, para que tentasse entrar em contato com os pais da vítima.
Os pais de Daniel estavam no jogo de basquete do outro filho, Michael, quando receberam ligações do pai do amigo do filho. Os dois não conseguiram atendê-lo e, quando chegaram em casa, era tarde demais.
“Eu corri para o quarto dele e vi uma imagem horrível. Eu gritei, corri para fora. Michael pedia o irmão de volta, e eu pedi para os paramédicos meu filho vivo”.

Alerta

Amy Briggs, mãe do menino Daniel, afirmou em relato por vídeo que “queria que ele soubesse o quanto ele importa para tantas pessoas”.
Ela também fez um alerta: “Quando alguém te disser que vai se matar, faça alguma coisa, conte para alguém. Leve a sério.”
“Quando souber que alguém sofre bullying, não fique parado. Você é tão culpado quanto a pessoa que comete o bullying quando você não faz nada”, finalizou Amy, chorando, no vídeo.

Essa mulher sabe das coisas

Passarinho cantando hino Nacional

terça-feira, 17 de maio de 2016

Silvio Santos de cachorro!


Saiba como visualizar fotos e postagens que amigos curtiram no Facebook

  • Tela do Facebook com fotos que seus amigos curtiram
    Tela do Facebook com fotos que seus amigos curtiram
O Facebook é uma rede social com muitas ferramentas, mas alguns recursos ainda são pouco conhecidos pelos usuários. Alguns deles são capazes de dar algum sentido à avalanche de postagens que você e seus amigos realizaram desde que criaram uma conta por lá.
Um desses "recursos secretos" é a possibilidade de verificar fotos e postagens que você e seus amigos curtiram no Facebook. Basta clicar no campo de busca --na parte superior da página principal do Facebook e digitar "Photos liked by my friends" (fotos curtidas por meus amigos). Ou então clicar diretamente neste link.
Os resultados aparecem como na imagem acima, e são mostrados em ordem cronológica a partir das mais novas. Se as imagens são privadas ou foram publicadas em uma lista restrita, você provavelmente não será capaz de encontrá-las na busca.
A mesma coisa vale para suas próprias fotos. Digitando "Photos that I like", você vê quais imagens andou curtindo nos últimos dias.
Para postagens comuns, de texto ou de outros tipos, os resultados são mais dispersos. Com os termos "Posts liked by my friends" ou "Posts liked by me", os resultados não são completos e são apresentados sem uma ordem cronológica específica. Para ver o que seus amigos andam clicando, comentando ou compartilhando na rede social, a forma mais eficaz ainda é a área à direita da tela principal do Facebook, que vai mostrando em tempo real as interações.

Moto G chega à 4ª geração com dois novos smartphones

A ex-Motorola, hoje Lenovo Moto, realizou um evento na Índia para mostrar a nova geração do Moto G e apresentou dois aparelhos de uma só vez: Moto G4 e Moto G4 Plus.
Ambos vêm com tela de 5,5 polegadas e 1080p de resolução, processador Snapdragon 617, 2 GB de RAM e bateria de 3.000 mAh com tecnologia de recarga rápida. Os dois têm Android Marshmallow e poderão ser personalizados com o Moto Maker.
Reprodução
Como ressalta o Engadget, as diferenças estão nos detalhes. O Plus tem câmera de 16 MP com abertura f/2.0, “pixels largos” e foco automatizado com laser, mais um leitor de impressão digital. Além de não contar com nada disso, o Moto G4 básico tem câmera de 13 MP.
O Plus ainda sairá com 4 GB de RAM e 64 GB para armazenamento, mas haverá versões menos robustas, segundo o GSM Arena, com 2 GB ou 3 GB de RAM e 16 GB ou 32 GB para armazenamento. Enquanto isso o G4 normal terá apenas 2 GB de RAM e opções de 16 GB ou 32 GB para armazenamento.
Ainda não há detalhes sobre locais de lançamento, mas no Reino Unido os aparelhos custarão 169 libras (Moto G4) e 199 libras (Moto G4 Plus), o que se traduziria em R$ 856 e R$ 1008, respectivamente. As vendas por lá começam em junho.

Fim do SUS? A ameaça de corte no gasto obrigatório com saúde

(Fotos: Ag. Brasil)Image copyrightAG. BRASIL
Image captionVolume de recursos investidos em educação e saúde segue determinações legais
Os gastos com saúde e educação devem ter um mínimo obrigatório? Para Michel Temer e seu partido, o PMDB, não.
No texto que é considerado por muitos seu plano para o país, o Ponte Para o Futuro, a legenda afirma que, para que a economia volte a crescer, é necessário reformar nossa "sistemática orçamentária" – ou seja, reorganizar os gastos do governo brasileiro.
E sugere medidas. "Em primeiro lugar, acabar com as vinculações constitucionais estabelecidas, como nos casos dos gastos com saúde e com educação", diz o documento de 18 páginas sobre a obrigatoriedade do investimento nessas áreas de um percentual fixo da arrecadação com impostos.
O próprio recém-nomeado ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-PR), expôs, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, a preocupação de que o país não venha a ter como sustentar o acesso universal a saúde. "Vamos ter que repactuar, como aconteceu na Grécia, onde cortaram as aposentadorias."
Atualmente, a União é obrigada a aplicar na saúde ao menos o mesmo valor do ano anterior mais o percentual de variação do PIB (Produto Interno Bruto). Estados e municípios precisam investir 12% e 15%, respectivamente. Na educação, o governo federal deve gastar 18% do arrecadado e as outras esferas, 25%.
Em seus tempos de vice, o presidente interino defendeu publicamente o fim dessa regra. "Essa fórmula (acabar com a exigência) reforça a Federação, que se ancora na ideia de autonomias locais", afirmou na convenção do PMDB, em novembro.
(Foto: Reuters)Image copyrightREUTERS
Image captionTemer já defendeu publicamente eliminar mínimo obrigatório
Mas, enquanto ainda não é possível saber se o governo interino levará a ideia adiante e se conseguirá o apoio do Congresso para tal, há um projeto que atende a parte desse ideal de orçamento. E com grandes chances de aprovação.
Trata-se da proposta de emenda à Constituição de número 143/2015, já aprovada em primeira votação no Senado. A PEC pretende estender aos Estados e municípios um direito que o governo federal já exerce com a DRU (Desvinculação de Receitas da União): o que permite que as gestões usem livremente 25% dos valores que teriam de aplicar compulsoriamente em saúde – a educação acabou poupada.
O tema desperta controvérsias. De um lado, há quem condene a retirada, até mesmo de fatias, dessa obrigatoriedade - e vê sob ameaça a própria existência do Sistema Único de Saúde (SUS); de outro, alguns veem na regra atual um "engessamento" dos gastos que, além de colaborar com a piora nas contas públicas, não garante uma boa aplicação do dinheiro.

Alívio?

Embora não atenda diretamente ao governo federal, a eventual aprovação da PEC, de autoria do senador Dalirio Beber (PSDB-SC) e relatada pelo hoje ministro do Planejamento de Temer, Romero Jucá (PMDB-RR), chegaria em um momento favorável para o governo.
Como muitas administrações locais sofrem com a crise econômica, um alívio como esse seria bem-vindo – vale lembrar aqui que o PMDB é o partido líder em número de Estados e municípios no país.
Em seu primeiro discurso, Temer disse querer corrigir o que vê como distorções que sobrecarregam cidades e governos estaduais e defendeu uma reforma do "pacto federativo" (de modo geral, dos direitos e responsabilidades de cada ente da federação).
(Foto: AFP)Image copyrightAFP
Image captionRomero Jucá (à dir.), ministro do Planejamento, relatou PEC de desvinculação parcial no Senado
Gustavo Fernandes, professor do Departamento de Gestão Pública da EAESP-FGV, diz que países mais desenvolvidos não costumam vincular o orçamento a gastos fixos, mas não vê a retirada da obrigatoriedade, seja em partes ou definitivamente, como uma boa saída para o Brasil.
"Estamos flexibilizando o processo, o que faz sentido, mas não estamos garantindo que a educação seja privilegiada", afirma ele, que defende a vinculação de verbas a resultados.
O professor cita como exemplo o programa educacional No Child Left Behind(Nenhuma criança deixada para trás, em tradução livre), do governo dos Estados Unidos.
Como no país a educação é financiada pelo imposto de propriedade, que é local, regiões mais pobres costumam ter menos recursos para investir. Para harmonizar esse descompasso, o programa monitora os resultados e acompanha os distritos que apresentam dificuldades. O que significa, se necessário, investir mais dinheiro do governo federal naquela região.
(Foto: Ag. Brasil)Image copyrightAG. BRASIL
Image captionPara professor, melhor dos cenários é exigir resultados na educação
A falta desse tipo de fiscalização, avalia o especialista da FGV, potencializa no Brasil os riscos de uma redução dos recursos investidos em caso de desvinculação, principalmente nos municípios.
"O prefeito é um profissional. Tem uma carreira política, quer ascender. Ele tende a adotar políticas de curto prazo, que sejam facilmente identificadas pelo eleitor. Com isso, essas políticas difusas, de longo prazo, mas que mudam as gerações – o caso típico de educação –, tendem a ser menos importantes para o prefeito", afirma.
A proposta peemedebista de acabar de vez com o percentual de gasto obrigatório aposta na adoção de um orçamento impositivo – ou seja, que obrigue o Executivo a investir tudo que está no plano aprovado no Legislativo –, o que, na sua visão, colocaria os parlamentares como "guardiões" da manutenção do investimento nessas áreas.
Hoje, o orçamento é facultativo, ou seja, o governo não é penalizado se deixa de aplicar algo que estava previsto.
Para Fernandes, isso é discutível: "Os fatores que vão influenciar um maior ou menor gasto em educação e saúde manterão seu efeito com ou sem o orçamento impositivo".
Alejandra Meraz Velasco, coordenadora-geral da ONG Todos Pela Educação, diz que qualquer medida que permita reduzir os gastos da área representa um retrocesso.
Principalmente porque, segundo ela, o Brasil ainda precisa vencer desafios que já foram ultrapassados na maioria dos outros países da América Latina, como a inclusão, explica ela: "Há 2,5 milhões de jovens em idade de frequentar o ensino médio que não estão frequentando. Mesmo no ensino fundamental, tem meio milhão fora da escola".
Velasco cita ainda os gargalos de infraestrutura escolar. "E não é nenhuma extravagância: estamos falando de água potável, esgoto sanitário, de condições quase mínimas de funcionamento."
Presente no texto inicial do Senado, a área acabou poupada na versão aprovada em primeiro turno: emendas determinaram o cumprimento do gasto mínimo obrigatório constitucional com manutenção e desenvolvimento de ensino. Mas a saúde foi mantida.
(Foto: Ag. Brasil)Image copyrightAGENCIA SENADO
Image captionSenado pode aprovar nesta semana PEC que mexe com orçamento de Estados e municípios

Tramitação

Uma PEC precisa ser aprovada em dois turnos por ambas as Casas para que seja promulgada. Na primeira votação dos senadores, a proposta que estende aos governos locais a liberação de 25% dos recursos atrelados a saúde e a educação foi avalizada por 53 votos a 17 (eram necessários 49, ou três quintos do total).
Em um Senado ocupado com o impeachment, o segundo turno acabou adiado diversas vezes na últimas semanas. Com o afastamento de Dilma, a previsão é de que o texto finalmente seja votado nos próximos dias, e, caso os senadores mantenham seus votos, siga para a Câmara.
Em conversa com a BBC Brasil antes de ser nomeado ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, o médico Osmar Terra (PMDB-RS), então líder da Frente Parlamentar da Saúde da Câmara, afirmou duvidar que os deputados acompanhem os senadores.
"Não se aprova na Câmara nem com banda de música isso aí", disse o então parlamentar. "A maioria dos deputados tem a minha opinião. Eles não vão ser coniventes com o fim do Sistema Único de Saúde."
Para Terra, uma medida como essa não mudaria muita coisa para municípios, que já seriam obrigados a aplicar mais recursos do que a lei manda.
"Nos Estados é que pode permitir que os governadores invistam menos em saúde", diz. "Aí você junta o governador investindo menos na saúde e o governo federal cortando R$ 20 bilhões como cortou neste ano. Isso é tampa do caixão do SUS".
(Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil)Image copyrightAG. BRASIL
Image captionPara ministro de Temer, flexibilização nos Estados seria "a tampa no caixão" do SUS

Viabilidade em dúvida

Uma carta aberta publicada por instituições ligadas ao setor estima em até R$ 80 bilhões o valor que o sistema público deve perder anualmente caso a proposta seja aprovada – e levada a cabo.
Dalirio Beber, o senador autor da PEC, foi procurado pela BBC Brasil, mas não respondeu aos pedidos de entrevista até a publicação deste texto. Em texto publicado em seu site, classifica a cifra divulgada pelas entidades como "falsa informação" e garante que não haverá redução dos recursos aplicados em saúde.
"Se os (...) 5.570 municípios do Brasil, resolvessem aplicar única e exclusivamente os 15% que a Constituição os obriga, nós teríamos um colapso gigantesco instalado", diz.
Embora a vitória do texto não tenha sido difícil no primeiro turno, uma análise do placar expõe uma divisão dentro do próprio PMDB de Temer – e do Ponte Para o Futuro: três senadores do partido, Hélio José (DF), Roberto Requião (PR) e Simone Tebet (MS) votaram contra a proposta tucana.
O que, de certa forma, ilustra as dificuldades que o governo peemedebista enfrentaria se resolver ir em frente com a ideia da desvinculação total dos gastos com saúde e educação.

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